25 de dezembro de 2014

O mínimo que fazemos por nossos filhos

Não podemos privar as vivências de nossos filhos. O que importa é o valor desse momento a ele. Se ele senta, não senta, faz ou não faz, isso é o de menos. Ajude-o. Ele sempre lembrará desse momento. Registre esses momentos: Uma ida ao shopping, ao parque, uma festa na escola, todos os acontecimentos de sua vida.

Esses momentos pra eles, serão inesquecíveis e felizes. E se é difícil, nem leve isso em conta, faça, porque depois no fim do dia a recompensa é ele sorrindo! São os registros nas nossas lembranças, que ninguém tira de nós. Apesar do cansaço, foi algo gratificante. E ao mesmo tempo teremos coisas a contar sobre aprendizados, erros, acertos, convívio com a sociedade. 
E as pessoas lá fora podem aprender se assim se permitirem muitas coisas.

Que o Mundo não está adaptado o suficiente para receber nossas crianças isso  é verdade, e que os observando podem melhorar a qualidade de vida, pra fazer valer os direitos deles de ir e vir porque também são cidadãos. 
Seu filho precisa de novos ares e ambientes. Senão o mundo dele ficará limitado.
Portanto, supere as dificuldades e faça seu filho viver cada coisa. Independente do diagnóstico dele é criança, e merece sim ser feliz."

Adriana