2 de maio de 2014

Introdução

Como você lida com a “Deficiência" do seu filho?
Como a Sociedade se comporta e o vê?
Como você encara algumas situações e como age diante delas?
Como outras crianças agem diante do seu filho?
O que você faz como se sente? Quais suas dificuldades?
O que passaria as outras pessoas que enfrentam as mesmas coisas que você e que fica perdido (a) diante dessas situações?
E o que passaria as pessoas em geral?

Algumas pessoas ainda olham nossos filhos como se fossem de outro mundo não é mesmo? O importante é você fazer a diferença, não privá-lo de nada, seguir normalmente seu caminho, sua vida, sorrir junto com seu filho (a).

Esses e outros assuntos serão pauta de “Cotidiano Especial em Debate" de um espaço para todas as pessoas que precisam se adaptar a esse Mundo, e de pessoas que vivem nele e podem ensinar algo de positivo a todos.
As melhores palestrantes no que se refere ao Mundo Especial são as mães. Com isso se pode enfatizar a importância da ação conjunta dela com as terapeutas e prosseguimento do trabalho em casa, para que as demais se empenhem tanto quanto e obtenham os resultados satisfatórios, não responsabilizando esses profissionais pela expectativa que ela almeja em relação a seu filho. Tudo é imprevisível, e quando se trata de diagnóstico não se pode ficar preso a ele. É um conjunto de ações, reações, e em todos os âmbitos deve haver cooperação, interação entre mãe, família e médicos e outros profissionais. O sucesso do seu filho depende de você também!
 Aqui vamos relatar situações, como lidamos com elas e quem sabe podemos nos identificar?
  A forma que o vê é o que ele se torna!
“O mundo não está adaptado a esse Mundo Especial, nem envolvido especialmente nesse assunto. Há grandes concentrações de pessoas que se mobilizam e fazem a diferença, mas ainda há pessoas que são inertes e inacessíveis por opção. Deveria sim haver um manual assim como aqueles de etiqueta para lidar com isso e mesmo assim dependendo do ponto de vista e da pessoa seria difícil. A melhor escola ainda são os pais, os familiares, as pessoas que tratam dessas pessoas. E ainda faltaria conteúdo. A verdade é que ninguém está preparado para o novo e inesperado - e nem mesmo as famílias. E a cada dia novas Síndromes são descobertas e nos pegam de surpresa. A diferença ainda é a união que faz a força, mesmo que seja pouca.”
  Assuntos Pauta:
Discriminação;
Acessibilidade;
Preconceito;
Aceitação Familiar;
Conscientização Conjunta do Núcleo Familiar do Diagnóstico;
Participação dos Membros da Família nos cuidados à pessoa com Deficiência Física;
Visão e ação diante do aspecto comportamental;
Organização e Empenho diante das tarefas necessárias;
Cobrança dos Direitos da pessoa Com Deficiência;
Deveres a serem cumpridos em relação a essa criança (no aspecto cidadão);
Higiene, bem-estar, parte clínica e médica;
e expressão em relação a sociedade para com seu filho (esclarecimento do que ele faz ou não faz) > A médicos, pessoas que não o conhece, etc.
 
Até a próxima,
 Adriana Silva.

Nenhum comentário:

Postar um comentário